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InFoco Movie: Esquadrão Suicida



Esquadrão suicida chegou com um elenco sensacional e gerou alta expectativa com o alto investimento na campanha de divulgação. Temos que admitir, a campanha de marketing é fodástica , os publicitários acertaram em cheio, o ruim é finalmente o filme entrar em cartaz e os fãs se decepcionarem com o trailer de 02 horas que rolou nos cinemas.

Um vilão tão promovido e com uma caracterização atual tão incrível, falta e muito!! Nas poucas aparições que fez e com participações sem contexto ele deixa os espectadores cheios de perguntas sem resposta... Leto é um bom ator, e apesar de lembrar o palhaço de crime de Frank Miller em Cavaleiro das trevas, diga-se de passagem, talvez seja o pior coringa da história, o melhor em marketing, e pior em atuação, aparece travado, aparentemente desconfortável no personagem e não chega nem a 10% do coringa de Ledger - estamos sendo generosos. 


Do outro lado a Arlequina roubou a cena com uma atuação intensa; Margot se mostra MUITO á vontade na personagem e é ela quem faz o filme valer a pena com uma atuação tão divertida!!! O único ponto infeliz é a insistência de sexualizarem a personagem com tantos close-up de sua bunda.

Amanda Waller deu o tom ao filme do inicio ao fim e a atuação de Viola foi fantástica e extremamente fiel a HQs, fazendo-nos sentir como se estivesse lendo-as novamente. 

O diretor evidentemente deu mais ênfase aos personagens mais conhecidos da Arlequina e Pistoleiro e infelizmente desequilibrou o ‘esquadrão’, falta tom e timing, boas surpresas como El Diablo e a atuação de Cara Delevingne, mas decepções com o pouco aproveitamento dos demais personagens. 


A quantidade de cortes atrapalhou a versão final e transformou o filme numa grande bagunça com cara de trailer desordenado. A fotografia é muito escura e destoa do ‘sentido’ que tentaram impor ao filme; a trilha sonora é espetacular – talvez a melhor dos filmes de heróis e vilões, mas não casa com a trama e acaba fazendo com que o espectador faça comparações infelizes entre o casamento perfeito de Guardiões da galáxia e o infeliz casamento realizado na trama.

Pode-se dizer que a grande intervenção do estúdio contraria a montagem do diretor e cineastas, e acabou sendo definida de fato pelo marketing promocional, infelizmente tentaram abraçar um público muito abrangente e pouco público segmentado; cortaram aparentemente as melhores cenas por conta da classificação etária de 13 anos, que no fim das contas rompe com o contexto verdadeiro da trama e dos HQs de esquadrão suicida e seus personagens entregando um Esquadrão ‘politicamente correto’ onde todos ficam amiguinhos no final. 


O esquadrão funciona muito bem junto e é a chave do filme, o grande acerto foi o elenco e caracterização, os atores se doaram aos personagens e mesmo com as ‘cagadas’ na edição o filme funciona, mas certamente a DC não atingiu e nem irá atingir sua meta de faturamento que era de 1bilhão de dólares, foram arrecadados até o momento cerca de 418mi.

InFocoMovie: O Espetacular Homem-Aranha 2

Por: Luiza Beirão

O Espetacular Homem-Aranha 2

O segundo filme do Espetacular Homem-Aranha traz o nosso Peter Parker (Andrew Garfield) em uma enrascada. Ele não consegue administrar sua vida de super-herói, com sua vida pessoal. Principalmente, o seu relacionamento com Gwen Stacy (Emma Stone), vai por água à baixo, quando ela percebe que ela não é a prioridade na vida dele.

Além de tentar consertar seu namoro, nesse filme, o Homem-Aranha tem que lidar com um novo vilão que usa a eletricidade para atacar a cidade de Nova York, chamado Electro. Ele se mostra bem difícil de ser vencido, já que pode se transportar pelos cabos de luz e usar a energia da cidade para ficar mais forte. Além disso, seu melhor amigo não consegue fugir da sua sina e acaba virando o Duende Verde.

Achei o filme bem fraco. Cheio dos clichês e sem graça, como um todo. Mesmo agora o filme explorando novos problemas na vida de Peter, como a morte de seus pais, ele faz isso de uma maneira muito simples. Acaba que os problemas do aranha são muito repetitivos em todos os filmes: minha vida pessoal ou salvar pessoas? Os filmes acabam sendo todo um drama quase chato, no meio de várias lutas e coisas sendo quebradas e destruídas. Só isso.

O que se salva nesse filme são o bom-humor de sempre do Homem-Aranha, com as várias piadinhas e sacadas inteligentes. Além disso, Andrew Garfield e Emma Stone, por serem namorados na vida real, tem uma química evidente e seus diálogos são bem legais. Dá vontade de ser amiga dos dois.


InFocoMovie: X-men: Dias de um Futuro Esquecido

Por: Luiza Beirão


Já tinha comentado sobre o trailer, agora depois de ter assistido o filme vou comentar um pouco sobre ele. O trailer não tinha me empolgado, mas o filme com certeza superou a expectativa! Saí do cinema e a primeira coisa que pensei foi: 
“tinha tempos que não gostava tanto de um filme de super-heróis!”


Para entender um pouco a lógica do filme, no meio desse tanto de filme do X-men, podemos dizer que Dias de um Futuro Esquecido é uma sequência do X-men First Class, que mostrou o passado e início da amizade/ inimizade do Professor Xavier e Magneto. De certa maneira, os dois filmes que contam a história do Wolverine, também fazem uma introdução à esse novo filme. Além disso, o filme também retoma vários personagens e cenas da primeira trilogia que começou em 2000. Ou seja, o filme traz uma oportunidade incrível de rever cenas antigas, personagens antigos (com os atores originais), o que torna o filme ainda mais divertido para quem é fã de X-men e assistiu a todos os filmes.

A história desse novo filme é a seguinte: no futuro, os mutantes são caçados impiedosamente pelos Sentinelas, gigantescos robôs criados por Bolívar Trask (Peter Dinklage). Os poucos sobreviventes precisam viver escondidos, caso contrário serão também mortos. Entre eles estão o professor Charles Xavier (Patrick Stewart), Magneto (Ian McKellen), Tempestade (Halle Berry), Kitty Pryde (Ellen Page) e Wolverine (Hugh Jackman), que buscam um meio de evitar que os mutantes sejam aniquilados. O meio encontrado é enviar a consciência de Wolverine em uma viagem no tempo, rumo aos anos 1970. Lá ela ocupa o corpo do Wolverine da época, que procura os ainda jovens Xavier (James McAvoy) e Magneto (Michael Fassbender) para que, juntos, impeçam que este futuro trágico para os mutantes e a humanidade se torne realidade. Além disso, o filme explora bastante a personagem Mística, que pra mim, tem o poder mais legal de todos. O poder dela e seu DNA é usado para tornar os Sentinelas praticamente indestrutíveis. Por isso, Wolverine, Magneto e Professor Xavier devem também impedir a morte dela e o uso de seu DNA.


O filme trouxe uma nostalgia e me lembrou da época em que eu assistia o desenho de X-men na televisão. Muito legal ver vários personagens que não apareciam mais a anos. E o filme mesmo mostrando duas épocas diferentes, futuros diferentes e esse tanto de personagem não é em nenhum momento confuso. O diretor Bryan Singer que também dirigiu X-men o filme e X-men 2, volta para dirigir essa sequência e conseguiu juntar todas as pontas de uma maneira muito consistente e fazer um filme realmente divertido, com direito a cenas inesperadas de comédia (levando em conta os outros filmes), do sarcástico Wolverine.



InFocoMovie: Rio 2

Os filmes de animação estão em alta e realmente “salvando” Hollywood. São responsáveis pelas maiores bilheterias atualmente e alguns viram febre como é o caso do Frozen, que teve a maior bilheteria mundial de animação da história, obtendo 1 bilhão de dólares. Sendo assim, nada mais normal que a animação Rio, que também foi um grande sucesso, voltasse em uma sequência.


O filme traz de volta todos os personagens do primeiro e também seus dubladores famosos: Rodrigo Santoro, Anne Hathaway, Jamie Foxx, wil.i.am, etc. Também traz alguns novos, como Bruno Mars, interpretando a arara azul Roberto. Pelos nomes, dá pra ver que o filme também é muito musical como foi o primeiro. Isso é uma coisa comum em algumas animações e que tem bastante força nesse e no outro Rio, tentando expor toda a musicalidade brasileira. 

Nesse novo filme, Blue e Jade formaram uma família. Tem agora três filhotes. Cansada da vida urbana que ela e sua família levam, Jade se empolga ao ouvir que seus amigos humanos Túlio e Linda encontraram araras azuis, tidas como extintas, vivendo na Amazônia, e resolve levar todos para lá. Lá ela reencontra seu pai e fica encantada com a floresta. Blue tem dificuldades para se adaptar à selva e à tribo, e é divertido ver ele tentando. O vilão Nigel também volta. Nesse filme você provavelmente vai gostar muito mais do personagem e apesar de não querer que ele consiga sua vingança contra Blue, é difícil torcer contra ele.


O filme é bem fofo e divertido como esperado, mas também como esperado para sequências de filme de animação, não tem uma história muito elaborada, parece um pouco mesmo o que é. Uma tentativa de prolongar a vida desses personagens para conseguir mais uma bilheteria milionária. 
Mesmo assim, vale assistir. Principalmente para nós brasileiros, é muito legal poder assistir um filme que você sabe que milhões de pessoas no mundo todo vão ver com cenários que você conhece e estão logo ali.






InFocoMovie: De repente pai (Delivery Man)



Sim, eu sei o que você está pensando. Mais uma comédia, com o Vince Vaughn, em que ele é um perdedor, egoísta, que só pensa nele mesmo? Sim! E eu adorei!


O filme conta a história de David Wozniak (Vince Vaughn) que é um entregador de carne para o açougue da família e que é perseguido por caras mau encarados pra quem ele deve 80 mil dólares. Além disso, sua namorada Emma (Cobie Smulders) está grávida e não quer saber dele, porque ele é um irresponsável. Um dia, ao retornar do trabalho, David encontra um advogado do banco de espermas em sua casa que fala que as 693 doações de esperma que ele fez, deram origem a 533 crianças. Dessas, 142 se uniram para entrar em uma ação na justiça para descobrir sua identidade.

Obviamente, ele fica louco com a situação e tenta se proteger legalmente, para que sua identidade não seja revelada. Apesar disso, ele também fica curioso para conhecer seus 533 filhos. Ele começa a segui-los e, anonimamente, faz atos de bondade para eles. Com o tempo, ele vai gostando cada vez mais deles e se preocupa genuinamente com seus problemas.

A história é bem criativa e não dá para você não se colocar no lugar do personagem principal. O filme é bem bonitinho. Não tem como não sorrir durante várias cenas.
Bom filme para assistir num sábado ou domingo à tarde. ;)



InFocoMovie: 47 Ronins

O filme é baseado em uma lenda japonesa, que conta a história de 47 Ronins. Ronins, são samurais que não possuem mestre, normalmente, porque esse foi morto. Como os samurais tem grande conhecimento das artes de luta, quando perdem seus mestres, devem ficar em exílio e não são mais considerados samurais.


O filme se passa no início do século XVIII e narra a história do mestiço Kai (Keanu Reeves), que, apesar de ter excelentes dotes para lutar, não é aceito pelo chefe dos samurais do reino de Ako, Oishi (Hiroyuki Sanada). Certo dia, durante um evento de luta organizado pelo lorde de Ako, Asano (Min Tanaka), o shogun Tsunayoshi (Cary-Hiroyuki Tagawa) e o lorde Kira (Tadanobu Asano) firmam um pacto com uma feiticeira (Rinko Kinkuchi) para derrubar o líder do poder e fazer com que ele cometa suicídio, além de banir todos os samurais do reino. Como reação, Oishi pede ajuda a Kai e os dois formam um exército de 47 ronins para lutar por Asano, seu falecido mestre, retomar a ordem em Ako, livrar o lugar de seres místicos como dragões e também da bruxaria.


O enredo tem potencial: trata-se de uma lenda que de fato existe no Japão e revela muito da história e das tradições do país, mas nunca foi levada ao cinema. O grande pecado de 47 Ronins, no entanto, é ser moldado no padrão de Hollywood, que tem a sua fôrma pronta para filmes de ação. Os efeitos especiais, monstros e dragões, são bem feitos e fundamentais em alguns momentos da trama, em outros são exagerados e fazem do filme quase uma ficção científica.



Gosto muito de histórias e filmes japoneses mas esse é uma bobagem. Bem fraco. Keanu Reeves ataca mais uma vez, como péssimo ator que ele é, e não se passa por um mestiço de japonês nem aqui, nem no Japão. 

Se você quer ver um filme interessante sobre samurais, não vá ao cinema, economize seu suado dinheirinho e assista O último samurai”. 




InFocoMovie: 300: A Ascensão do Império

Por: Luiza Beirão


Tá, sequências de filmes costumam ser ruins, mas essa exagerou. Bem, a história do filme é a seguinte: após a morte do pai, Xerxes (Rodrigo Santoro) dá início a uma jornada de vingança e ruma em direção à Grécia, com seu exército sendo liderado por Artemisia (Eva Green). Enquanto os 300 espartanos liderados por Leonidas tentam combater o Deus-Rei, os exércitos do resto da Grécia se unem para uma batalha com as tropas de Artemisia no mar. Themistocles (Sullivan Stapleton) é o responsável por liderar os gregos.


Pra início de conversa, o filme é extremamente confuso. Ele mostra uma parte da história que acontece anteriormente ao primeiro filme, uma parte dele acontece simultaneamente à luta dos 300 e outra parte é posterior. Você está perdido? É, eu também fiquei.

Além disso, a lógica do primeiro filme é que os espartanos eram “os caras”, treinados diferentemente, não usavam armaduras (oi, sunga!) e super corajosos, diferentemente do resto dos gregos, que só discutiam política. Aí, eles fazem os gregos serem exatamente iguais os espartanos, só que com capa azul ao invés de vermelha? Não faz sentido. Sem contar que os gregos eram contra enfrentar os Persas.


Aí vamos para o que mais me irritou nesse filme. Como vários outros filmes hollywoodianos é apenas mais uma propaganda do exército americano disfarçada. Só que esse é de maneira tão óbvia que deu vontade de vomitar. Obviamente, eles lutam contra Persas (árabes mulçumanos) pela liberdade e democracia. Várias frases são tão típicas da mentalidade bélica americana que fiquei até perdida sem saber o que eu estava assistindo. Entre elas: “Não estamos lutando por nós, lutamos pela liberdade!”, “O dever de um homem é proteger sua família e sua nação”, “Lutamos pela democracia”, etc, etc.

Fica a dica, para ver mais sobre o assunto propaganda de guerra, o documentário narrado pelo lindo do Sean Penn War made easy.




E sim, por incrível que pareça eu gosto muito de 300.

Mesmo sendo um filme sangrento e sem uma história super elaborada, o seu visual em estilo de revista em quadrinhos é incrível.

Ele foi um filme muito inovador e tem uma estética maravilhosa.

Além disso, é um filme de entretenimento de ótima qualidade, que fez tanto sucesso que agora faz parte da cultura pop, AÚ AÚ! 

Nessa sequência, nem a estética salvou.






InFocoMovie: Como eu Conheci sua Mãe ou Como estragar um seriado de sucesso no último episódio [spoilers]



O último episódio de How I Met Your Mother foi ao ar nos Estados Unidos, em um especial de 1 hora, nessa segunda-feira. O final causou muito rebuliço e indignação dos fãs da série na internet. Eu também, tendo assistido todos os episódios e seguido a série a anos, simplesmente ODIEI o final.

Dizer que eu fiquei simplesmente desapontada é um grande desentendimento. Eu fiquei imensamente, incrivelmente, irrefutavelmente ultrajada com a maneira que os roteiristas resolveram terminar essa série que é uma das minhas favoritas.

Por nove temporadas, o seriado nos ensinou a acreditas em mágica, finais felizes e destino. Que, não importa o quanto a estrada fosse esburacada, tudo ficaria bem no final. Esse final, simplesmente destrói tudo que é mágico na série:



1. Nas primeiras 5 temporadas da série, queremos ver o Ted ficar com a Robin. Depois o seriado, vai mostrando aos poucos, como eles não são um bom casal. É uma lição clássica de relacionamento: não deve ser tão difícil, se não, não está certo. Se você encontrou a pessoa certa, deve ser fácil, principalmente antes do casamento.

2. Barney Stinson - A partir do momento que vemos no final da 6ª temporada, o Barney pedindo sua gravata para se casar, vemos seu personagem evoluindo, de forma lenta, de um idiota sem sentimentos, para um cavalheiro que merece ficar com a Robin. Quando ele finalmente promete sempre falar a verdade para ele, no momento antes de se casa, eu e outros fãs ficamos feliz por ver toda a evolução do personagem e a caminhada que ele fez. Aí, no último episódio, 3 temporadas e toda a evolução do Barney são destruídas, e ele volta a ser um idiota, sem graça, imaturo, que engravidou uma mulher qualquer. Que final TRISTE e MISERÁVEL, para um dos personagens mais queridos da tv americana dos últimos tempos.

3. Robin Sherbatsky - Também destruíram seu personagem. Então ela fica famosa, não liga mais para os amigos e larga eles e o marido por causa de sua carreira, e vive uma vida tão anti-social, que depois de anos ela termina sozinha em apartamento cheio de cachorros?? Qual é??!!!

4. Barney e a Robin não são tão ligados em casamentos tradicionais. Nenhum dos dois gostavam muito de criança, os dois queriam aventuras, e o casal se dava bem e tinha química, mesmo quando as coisas não estavam perfeitas. Eles questionavam as coisas, mas todas as vezes foi por medo do compromisso e não terem tanta certeza sobre casamento e coisas assim. Eles confrontam e enfrentam coisas assim, até antes do momento do casamento. Fazer eles terminarem por um motivo que era uma das bases do que eles queriam pro casamento deles, não faz sentido nenhum. Pareceu muito forçado e foi só um jeito da Robin estar disponível para o Ted quando a mãe morreu. Era um casal que a série mostrou diversas vezes durante as temporadas, que tinha tudo para dar certo.

5. O Barney declarar que finalmente tinha achado “o amor da sua vida” ao ter uma filha, não é a pior das idéias. Mas seria muito melhor ter feito ele e a Robin terem uma filha, depois de muito sacrifício, ou até ter adotado.

6. A mãe não precisava morrer, exceto, claro, pra que o Ted ficasse com a Robin, que nunca foi a mulher certa pra ele, no final. A Robin rejeitou ele diversas vezes durante a série, nunca foi do tipo romântica, não acredita em destino e coisas do tipo igual o Ted. Mas no final, estava simplesmente esperando ele o tempo todo? Não faz sentido nenhum.

7. Todas as cenas que mostraram o Ted e a Tracy (mãe dos seus filhos) mostrou que ela era exatamente o que ele estava procurando. Era a lição perfeita de que depois de ficar tentando o tempo todo com a Robin não era a coisa certa a se fazer. Que ficar focado na pessoa errada, só atrapalha a estar aberto para novas pessoas. Ela gostava de quem ele era, e ele se sentia da mesma forma. Além disso era nerd e boba como ele. Então porque estragar tudo, e fazer o Ted simplesmente reverter seus sentimentos e fazer ele ficar com uma pessoa que nunca amou ele como ele amava ela??

8. O pior, os roteiristas decidiram estragar o personagem principal, Ted Mosby. Eles decidiram transformar a linda história de um romântico impagável tentando contar para seus filhos a linda história de como ele conheceu a mãe de seus filhos e amor de sua vida em um plano elaborado para ele pedir a permissão de seus filhos para continuar perseguindo a Robin. Robin. A mesma mulher que casou com o melhor amigo dele e disse pra ele que não amava ele e que eles nunca funcionariam como casal porque eles eram pessoas fundamentalmente diferentes!!! Destruíram um personagem que tinham nos convencido que ele poderia finalmente esquecer a Robin, MAS NÃOOO, o cara continua pirado na mesma mulher que nunca amou ele, após 20 anos!!! Sério, dá raiva!

9. E o pior, os roteiristas também destruíram a Mãe e sua história. A morte dela foi uma parte minúscula da história, só para que o Ted pudesse ficar com a Robin. O episódio não mostra nada dele ficando triste com a morte dela. Não mostra funeral, seus últimos momentos juntos, a tristeza dos filhos. Só vemos um: “oh! Falando nisso, sua mãe ficou doente e morreu, vamos falar da Robin agora”. Além disso, até o momento mais antecipado da série, COMO ELE CONHECEU A MÃE é minúsculo! Deve ter no máximo uns 10 minutos!! Preferem ficar fazendo uns pulos loucos para o futuro!! AAAFFFFF!!

10. Em qualquer família normal no planeta Terra os filhos deveriam ter ficado putos! Como assim o pai senta eles durante horas (9 temporadas) para contar a história de como ele conheceu a mãe deles, e ele fala a maior parte do tempo sobre outra mulher? Isso seria péssimo! As pessoas tem direito a namorar e até casar, depois de ficarem viúvas, mas pelo amor de Deus! A mãe deles é insignificante na história de como eles se conheceram e seu relacionamento e eles ficam achando lindo ele sair perseguindo outra mulher que é amor da sua vida? Isso é simplesmente idiota. Seria outra coisa se ele conhecesse outra pessoa e tal. Mas do jeito que foi feito, parece que ele nunca ligou pra mãe e sempre quis ficar com a Robin, na verdade. Que filho quer ouvir isso?

11. E o mais elementar de tudo: como que seria a vida dos dois juntos?? Eles não tem nada a ver. Ela nunca quis viver nos subúrbios, ter uma casa grande, filhos e etc. E pelo que mostra no último capítulo, ela não está nem aí pra ter uma família, só quer viajar e melhorar sua carreira. Todas essas diferenças foi o que fez eles terminarem antes, e com certeza seria um grande problema na vida deles. Não faz nenhum sentido os dois juntos.


Os roteiristas conseguiram estragar tudo. Como que pode? 
Tinha um caminho tão mais simples, construído a tantas temporadas e que agradaria muito mais os fãs. Ainda estou achando que é brincadeira de 1º de Abril. Só pode.



Premier em NY de Game of Thrones

Faltando menos de 20 dias para a estreia da quarta temporada de Game of Thrones, os atores participaram no dia 18 de Março da premier em Nova York. Eu como grande fã, primeiro dos livros, e depois da série, amo vê-los vestidos todos chiques no tapete vermelho! Tão diferente da série.

A série volta no domingo, dia 6 de Abril, as 21hrs no HBO.

Confira as fotos:

Emilia Clarke, nossa linda Khaleesi, mãe de dragões.
Sophie Turner e Maise Willians, as irmãs Sansa e Arya Stark
Charles Dance, o poderoso e inteligente papai Lannister
John Bradley, o Sam Tarly da guarda noturna
A lindona Rose Leslie, que é Ygritte na série
A mais diferente de todas no tapete vermelho Gwendoline Christie que interpreta a máscula Brienne
Peter Dinklage, o inteligente Tyrion
Lana Headey que é a odiada Cersei Lannister
Por último o cara. O autor dos livros George R. R. Martin com todo seu estilo e elegância.

De brinde o trailer número 4, é de babar!!

Série Scandal quebrando barreiras


A série Scandal voltou às telinhas americanas na última quinta-feira, com episódios novos da terceira temporada. Aqui no Brasil, não estamos tão atrasados. O canal Sony também está exibindo a terceira temporada toda segunda-feira às 22h.


Scandal conta uma história baseada em personagens reais, sendo a personagem principal Olivia Pope (Kerri Washington), que foi inspirada na ex-assessora de Geoge W. Bush, Judy Smith, que também é produtora-executiva da série e consultora técnica. A série foi criada por Shonda Rhimes, responsável pelo seriado Grey’s Anatomy. Esse trio, é o que faz a série ser tão diferente. É o primeiro seriado americano de grande sucesso, que vai ao ar por um grande canal como a ABC e que tem como personagem principal uma mulher negra, e também tem uma criadora negra e uma produtora-executiva negra.


O seriado mostra todas as sujeiras, escândalos e podres que fazem parte do dia-a-dia daqueles que vivem e trabalham no governo americano em Washington. Olivia Pope resolve qualquer problema. Seus clientes são políticos diversos que aparecem com problemas que vão desde traições a assassinatos. E tudo deve ser varrido para baixo dos panos para não comprometer suas carreiras políticas. Além disso, Olivia está envolvida no maior escândalo de todos: ela tem um caso de anos com o presidente dos EUA, que ela ajudou a eleger.

Outro aspecto interessante da série é mostrar os bastidores da política e como ela realmente é. Mesmo “o país mais poderoso do mundo” e “o homem mais poderoso do mundo” não são tão perfeitos, respeitados e admirados assim. Apresentam fragilidades e são susceptíveis a falhas e erros. Além disso, a série faz uma incrível mistura de séries de advocacia como Law & Order, fofocas e vinganças como Revenge, romance como Grey’s Anatomy e até uma pitada de assassinato e ação à lá Dexter e The Following.


Enfim, sugiro fortemente essa série. Realmente, é um escândalo de boa. =p


InFocoMovie: Especial Oscar 2014 - Frozen: Uma Aventura Congelante

Por: Luiza Beirão


Frozen: Uma Aventura Congelante

Aclamado pelo público e pela crítica, e vencedor do Oscar de melhor filme de animação, “Frozen: Uma aventura congelante” representa o ponto alto do "segundo renascimento" dos estúdios Disney, marcado pela incorporação da Pixar e seu diretor John Lasseter ao império de Mickey.


“Frozen” conta a história de duas princesas irmãs, uma delas amaldiçoada com uma profecia, que faz ela congelar quem toca, bem ao estilo conto de fadas. Isso a faz se isolar da irmã Anna e de todos os outras pessoas do reino, e tenha dificuldades em se assumir como rainha. Se isolando, ela acaba criando um inverno eterno em seu reino. Para resolver esse problema, sua irmã se une à um vendedor de gelo para tentar a “rainha do gelo” a mudar de idéia.

“Frozen” traz a volta dos musicais para a Disney, uma fórmula comum no estúdio, mas que estava esquecida à pelo menos 20 anos. É um filme digno dos clássicos de princesas da Disney, que eu simplesmente amo. Ele também traz vários aspectos da Pixar, que é responsável por sempre trazer inovações para as animações. 


Este foi o primeiro Oscar da Disney por um longa-metragem de animação desde a criação da categoria, em 2001. Tudo isto é suficiente para falar de um "segundo renascimento" do estúdio do Mickey, que começou o século quase travado, marginalizado pela excelência da Pixar e seus grandes sucessos, de "Toy Story" a "Carros", passando por "Procurando Nemo", "Ratatouille" e "Up: Altas aventuras", entre outros.

O filme é simplesmente fofo, totalmente Disney. Não tem como assistir e não se sentir feliz. Também ganhou como a melhor música original “Let it go” que é bem bonita. 






InFocoMovie: Especial Oscar 2014 - 12 anos de escravidão

Por: Luiza Beirão


12 anos de escravidão

Adaptação cinematográfica do livro homônimo e autobiográfico de Solomon Northup, 12 Anos de Escravidão conta a história real de um homem livre que, acreditando na boa fé de dois homens entusiasmados com sua aptidão como violinista, planeja emprestar seu talento a uma trupe circense – e quando descobre as motivações escusas da dupla, Northup já está acorrentado em uma câmara escura, onde é forçado a assumir uma nova identidade – Platt – e passa a ser tratado e negociado como uma mercadoria.

InFocoMovie: Especial Oscar 2014 - Nebraska

Por: Luiza Beirão


Nebraska

O filme “cult” do Oscar esse ano é Nebraska. Filmado em preto e branco, com o orçamento de apenas 12 milhões de dólares e sem nenhuma grande estrela de Hollywood, Nebraska foge ao padrão dos outros filmes concorrentes. 


Nebraska é um drama com toques sutis de comédia. Ele conta a história de Woody Grant (Bruce Dern), um idoso pai de 3 filhos que acredita que ganhou um milhão de dólares, tendo recebido uma propaganda pelo correio. Ele põe na cabeça que precisa buscar o prêmio em outro estado, e ninguém consegue convencê-lo de que ele não ganhou nada.

O filme é do tipo “pé na estrada”. O filho mais novo de Woody, David (Will Forte), decide levar o pai, para buscar o prêmio, de modo a realizar esse desejo dele, e passar um tempo com ele. No caminho, eles passam pela cidade natal do pai e encontram a sua família e velhos conhecidos. Na cidade, as pessoas acreditam que ele venceu 1 milhão e começam a tratá-lo de maneira diferente. Com o passar do filme, David, que está sempre do lado do pai, percebe que não se trata de realmente receber um prêmio, e sim, que o pai buscava sair do ócio e ter um propósito de vida na sua velhice.


Nebraska é um filme bem bonito. Mostra como é a vida bucólica das pessoas na região central dos Estados Unidos. Além disso, também retrata o envelhecimento, as escolhas que fazemos da vida, e os relacionamentos familiares.

O filme foi aclamado pela crítica, principalmente a atuação de Bruce Dern, que ganhou a palma de ouro no festival de Cannes. Esse ano concorreu a 6 prêmios do Oscar, incluindo melhor filme, porém não ganhou nenhum.





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